quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Para meu amigo... sei que ajudei a abrir um pouco mais suas janelas!


Enfim, depois de tanto erro passado

Tantas retaliações, tanto perigo

Eis que ressurge noutro o velho amigo

Nunca perdido, sempre reencontrado.


É bom sentá-lo novamente ao lado

Com os olhos que contem o olhar antigo

Sempre comigo um pouco atribulado

E como sempre singular comigo.


Um bicho igual à mim, simples e humano

Sabendo se mover e comover

E a disfarçar com meu próprio engano.


O amigo: um ser que a vida não explica

Que só se vai ao ver outro nascer

E o espelho de minha alma multiplica...


Vinícius de Moraes

Um comentário:

Pablo Matos disse...

Monstra!

Obrigado por tudo, realmente foi uma experiência única viver durante todo esse tempo com você.


Nos vemos muito em breve!